Um dos mais graves problemas no mapeamento dos processos organizacionais é o de definir o nível a ser adotado na hierarquia dos processos. O que será mapeado como processo? O que significará macroprocesso, subprocesso, atividade e tarefa? Em geral as consequencias destas decisões são verificadas quando o trabalho já está tão avançado que não é possível alterar-lhe o rumo, mesmo que passe a ser inadequada a escolha realizada.
Haverá algum parâmetro de escolha de um modelo de referência para este mapeamento?
Como a arquitetura da Informação pode auxiliar neste problema.
A partir desta semana passaremos a nos ocupar com estas questões.